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Autismo e Atendimento Laboratorial. A Arte de Atender bem.

Autismo e Atendimento Laboratorial. A Arte de Atender bem.

Como atender bem estes clientes tão exclusivos?

POR: Suzimara Tertuliano

Tempo de Leitura: 3 minutos

Antes de falarmos sobre a melhor abordagem para o atendimento de clientes autistas, vamos entender sobre estes pacientes tão especiais?

Autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade de comunicação em níveis variados. Ainda não se sabe claramente os fatores que levam as crianças a desenvolver o transtorno do Espectro Autista. Entre as possíveis causas, encontramos anormalidades cromossômicas, fatores ambientais, alterações bioquímicas, deficiência e anormalidade cognitiva de causa genética e hereditária.

Dentre os níveis de Autismo, encontramos os chamados Asperger, que possuem inteligência até acima da média e fala Íntegras, porém, se sentem muito desconfortáveis com contatos físicos e estabelecimento de relações. Existem também graus mais severos de Autismo onde os indivíduos apresentam atraso ou falta de linguagem verbal, possuem comportamentos inflexíveis, alto nível de estresse e resistência para mudar de foco ou atividade, apresentam também uma enorme limitação em iniciar uma interação com desconhecidos e quase nunca respondem às tentativas de interação dos outros. Em alguns casos, somam-se ainda seus maneirismos – que são comportamentos motores repetitivos como agitar ou torcer as mãos, por exemplo.

E como devemos atender a estes pacientes hipersensíveis?

Em primeiro lugar, conversar com seus acompanhantes, a fim de identificar a melhor abordagem para atender o cliente. O ideal é fazer o atendimento em algum ambiente calmo, sem barulho, despertar o interesse para assuntos que lhe agradem e por fim, localizar a veia e preparar os materiais de coleta.  Mantenha um contato amigável e jamais dispense a ajuda de quem o acompanha. 

“Ao falar com o paciente, procure modular sua voz, fazendo entonações que o ajude a identificar emoções. Gesticule de maneira a mostrar que você tem interesse em entendê-la. Use palavras simples e curtas, expresse-se usando os olhos, boca, nariz e corpo. Tenha paciência. Dê um tempo para que ela possa processar as informações”. 

Em caso de precisar imobilizá-la para coleta, não mude seu tom de voz, peça ajuda de quem o acompanha. Sabemos o quanto podem ser fortes e resistentes, desafiando nossas manobras de atendimento acolhedor, então, a dica preciosa é: identifique onde será a feita a punção antes da necessidade de imobilizar. Desta forma, o estresse será mínimo para o cliente, para o acompanhante e para quem faz a coleta.

Mesmo após o atendimento, se puder, demonstre que você se importa com a presença dele e seja o mais simpático possível.

Abril é o mes da Conscientização Mundial do Autismo. Não é um diagnóstico fácil, portanto, as dificuldades do seu filho na escola, por exemplo, pode ser que não seja uma simples preguiça de estudar, mas um pedido inconsciente de ajuda.

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Covid-19 e Outras Doenças Respiratórias

POR: Suzimara Tertuliano

Tempo de Leitura: 3 minutos

COVID-19 & Outras doenças respiratórias!

Está chegando o inverno e com ele a temporada de gripe!

O inverno está chegando!!! Queremos aquele chocolate quente, ficar em ambiente fechado e agasalhado, e neste momento temos que ter atenção redobrada, pois as doenças respiratórias são mais facilmente transmitidas quando baixa a temperatura, pelas próprias características dos ambientes nesta estação.

Ressaltamos que mesmo com a vacinação completa da  COVID- 19,  a pessoa  pode ser infectada e ser agente transmissor, pois as vacinas não  tem eficácia de imunização de  100% . 

Para evitar doenças respiratórias é necessário manter as medidas de distanciamento social, ter uma boa “etiqueta respiratória e de higienização das mãos” além do uso de máscaras, para evitar a  proliferação, tanto do coronavírus, quanto de outros vírus respiratórios.

Por isso, lembre-se!

DISTANCIAMENTO SOCIAL

O distanciamento social é uma das medidas mais eficazes contra, não só a Covid-19 mas qualquer infecção respiratória. Ele ajuda a evitar que secreções contaminadas como a saliva, tosse e espirros infectem outras pessoas ao redor. Desde o início da pandemia do Coronavírus, a OMS tem recomendado no mínimo, 1  metro de distância entre as pessoas, independente do local.

Por isso, evite aglomerações, mantenha a distância das pessoas e se possível, evite dar abraços, beijos e etc.

ETIQUETA RESPIRATÓRIA

É uma das formas evitar/ prevenir a disseminação do SARS-CoV-2 disseminação de gotícula oriundas do aparelho respiratório com um conjunto de medidas que devem ser adotadas, buscando evitar possível contaminação de outras pessoas que estão em um mesmo ambiente.

‘A etiqueta respiratória consiste nas seguintes ações:

  • Cobrir nariz e boca com lenço de papel ou com o antebraço, e nunca com as mãos ao tossir ou espirrar. Descartar adequadamente o lenço utilizado.
  • Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Se tocar, sempre higienize as mãos como já indicado.
  • Manter uma distância mínima de cerca de 1 metro de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • Evitar abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico.
  • Higienizar com frequência os brinquedos das crianças e aparelho celular. Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.

Evitar aglomerações, principalmente em espaços fechados e manter os ambientes limpos e bem ventilados.” – https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/como-se-proteger

 

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

Higienização simples e antissepsia das mãos.

A higienização das mãos é um processo importante para evitar qualquer forma de contágio pois ela é responsável por manusear qualquer objeto que possa estar contaminado. Evitar levar as mãos ao rosto e lavá-las constantemente, é um aliado poderoso contra as síndromes respiratórias. 

Por isso, não se esqueça de sempre carregar pelo menos um pouco de álcool em gel com você para garantir uma higiene rápida e eficiente. E quanto possível, faça a higienização completa como a gente mostra na imagem!

Uso de MÁscara na população em geral

Talvez o objeto que mais transformou a visão da nossa sociedade desde o começo da pandemia, a máscara de proteção veio para ficar! 

Com ela é possível reduzir drasticamente o risco de contaminação e manter não só você mas as pessoas ao seu redor, seguras e longe do risco de contaminação. 

Lembrando que estas medidas são eficazes além da covid 19 contemplando as doenças respiratórias também.

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O FUTURO DA TECNOLOGIA PÓS-PANDEMIA

O FUTURO PÓS-PANDEMIA
DA TECNOLOGIA

A pandemia do novo coronavírus teve um enorme impacto na cadeia de valor do negócio, revelando pontos fortes e fracos de todas as organizações a nível global.

Diante das grandes perdas de faturamento de vários setores da economia, muito por conta do isolamento social e paralisação da economia por conta da Covid-19, a resposta empresarial passou necessariamente por uma solução inescapável: a digitalização.

Diante do atual cenário de transformação digital em pleno crescimento e fatalmente irreversível, alguns assuntos estarão em alta nos próximos tempos:

A experiência digital: as interações entre empresas e consumidores passam por uma completa revolução, dando lugar a uma jornada totalmente digital. Desse modo, ambos os lados precisam se adaptar à nova realidade e sobretudo as empresas devem adaptar o seu modelo de negócio e operacional a esta nova realidade, na qual a aceleração digital é o principal ponto com foco na melhor experiência do cliente.

Tecnologia aplicada às emoções: com as interações digitais como prioridade, a sociedade necessita, mais do que nunca, que as empresas consigam humanizar seu atendimento digital. Isso quer dizer que os avanços tecnológicos em inteligência artificial devem crescer ainda mais para contemplar emoções e atender ainda melhor os clientes.

Arquitetura digital das empresas: o enorme progresso tecnológico promoverá, cada vez mais, o desenvolvimento de arquiteturas empresariais 100% digitais. Essa abordagem permitirá a implementação de um modelo empresarial e operacional com o máximo controle, escalabilidade, elasticidade e redução de custos, sendo aspectos essenciais e relevantes a automatização, o tecido flexível de dados e a implementação de capacidades empresariais modulares.

O biênio 2020/2021, muito por conta da pandemia, será lembrado como o ano em que a relação humano/digital mudou. Não só a relação de consumo, mas sobretudo na estrutura organizacional.

A revolução digital veio para ficar e todos têm que estar preparados para reorganizar seus processos sustentavelmente e com segurança. Nosso time de consultores da Suzimara & Sarahyba pode te ajudar, entre em contato conosco.

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Tendências para a TI em 2021

Tendências para a TI em 2021

A tecnologia, sem dúvidas, tem como principal função facilitar nosso dia a dia, seja profissional ou pessoal. Todos os dias alguma nova ferramenta tecnológica é lançada e algo inovador surge no mercado.

Mesmo que por vezes o sucesso esperado não seja alcançado em seu lançamento, geralmente novas tecnologias são aprimoradas e fatalmente em algum momento despontam para o grande público.

Por esse motivo, nós, profissionais da tecnologia da informação, precisamos estar sempre atentos as novas tendências de TI, pois, além de nos mantermos atualizados, abrimos os olhos para novas possibilidades.

Após o ano conturbado de 2020, há uma grande esperança que o próximo ano seja de recuperação. Hoje veremos alguns dos assuntos que serão tendência em 2021:

5G

Muito comentada nesse ano, a adoção da rede 5G não teve o desenvolvimento tão expressivo em 2020, porém certamente estará entre os principais tópicos da tecnologia no próximo ano.

A expectativa é que o ano de 2021 seja de adequação da estrutura de rede das empresas e operadoras para termos o primeiro contato com a nova rede no Brasil.

Prometendo inovar ainda mais nossos processos, ajudando as empresas a implementarem arquiteturas de dados escaláveis e em tempo real, impulsionar ação, tomando decisões inteligentes e dinâmicas através de múltiplos fluxos de dados, a tecnologia 5G trará uma nova realidade para as tecnologias atuais.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial já é uma realidade. Há alguns anos, inclusive. Entretanto, geralmente esta tecnologia está ligada a processos mais complexos que demandam maior investimento e equipe extremamente especializada.

A tendência para 2021 é que o seu uso aumente ainda mais, com seu uso simplificado, em diversas áreas da tecnologia da informação. Pequenas, médias e grandes empresas, poderão (e algumas já estão) adotar a IA em muitos processos.

Além dos processos mais comuns onde IA é aplicada, teremos uma maior aplicação na segurança da informação, atuando em dados sensíveis e otimizando a proteção dos ambientes das empresas.

Realidade aumentada (Aumented Reality – AR)

A realidade aumentada, assim como a inteligência artificial, já existe e faz parte do cotidiano de muita gente. Uma das mais famosas demonstrações dessa tecnologia é o código QR, que pode ser escaneado pela câmera do celular e direcionar o usuário para um site, imagem, entre outros.

Contudo, a tendência de TI para 2021 é que esse uso aumente ainda mais. Trago abaixo como exemplo uma aplicação que se tornará “comum” dentro da nossa realidade de pandemia e pós-pandemia do Corona Vírus.

Muitas empresas que entregam, seja como principal produto ou parte de sua experiência, o entretenimento através do contato com determinado objeto poderá utilizar a realidade aumentada como nova forma de interação. Não entendeu? Veja isso: o MC Donald’s da Suécia, que substituiu os balões, que geralmente enche as suas lojas, por um mini game com realidade aumentada. Esta iniciativa tem duas frentes importantes para nossa atual situação, que é evitar o contato de várias pessoas com o mesmo objeto e reduzir o consumo de plástico e lixo.

Além deste existem diversos outros exemplos, inclusive no Brasil, que já utilizam realidade aumentada. Fatalmente em 2021 teremos mais aplicações de AR e ela acabará se tornando uma ótima aliada do marketing para os negócios.

Estes são alguns dos vários assuntos que certamente irão movimentar o mundo de TI em 2021, que estará em plena recuperação e aceleração.

confidenciais, usar o computador para realizar outros atos criminosos ou causar danos aos dados.

Um exemplo famoso de ataque de malware foi o ataque do ransomware WannaCry, um crime cibernético cometido em maio de 2017. Ransomware é um tipo de malware usado para extorquir dinheiro, pois mantém os dados ou o dispositivo da vítima como refém em troca de um resgate. O ransomware WannaCry explorou uma vulnerabilidade em computadores com o Microsoft Windows.

Quando o ataque do WannaCry aconteceu, 230 mil computadores foram afetados em 150 países. Os usuários ficaram sem acesso aos próprios arquivos e receberam uma mensagem exigindo o pagamento de um resgate em bitcoins para terem o acesso de volta. Estima-se que, no mundo todo, o crime cibernético do WannaCry tenha causado US$ 4 bilhões em perdas financeiras.

Phishing

Uma campanha de phishing ocorre quando e-mails de spam ou outras formas de comunicação são enviadas em massa com a intenção de induzir os destinatários a fazer algo que prejudique a segurança deles ou a segurança da organização em que trabalham.

As mensagens de campanhas de phishing podem conter anexos infectados ou links que redirecionam para sites maliciosos. Elas também podem solicitar que o destinatário forneça informações confidenciais.

Um famoso exemplo de golpe de phishing aconteceu em 2018, durante a Copa do Mundo. De acordo com relatórios da Inc, o golpe de phishing na Copa do Mundo envolveu e-mails que foram enviados aos fãs de futebol. Esses e-mails tentavam enganar os fãs com falsas viagens gratuitas para Moscou, sede da Copa do Mundo. As pessoas que abriram e clicaram nos links desses e-mails tiveram seus dados pessoais roubados.

Outro tipo de campanha de phishing é conhecido como “spear-phishing”. Trata-se de campanhas de phishing direcionadas que tentam induzir pessoas específicas a comprometer a segurança da organização em que trabalham.

Ao contrário das campanhas de phishing em massa, que são muito gerais em termos de estilo, no spear-phishing, as mensagens geralmente são criadas para se parecer com mensagens de uma fonte confiável. Elas são feitas, por exemplo, para parecer que vieram diretamente do CEO ou do gerente de TI da empresa. Além disso, elas podem não conter indícios visuais de que são falsas.

Ataques DDoS

Os ataques de negação de serviço distribuído (DDoS, Distributed Denial-of-Service) são um tipo de ataque de crime cibernético que os cibercriminosos usam para paralisar um sistema ou uma rede. Às vezes, dispositivos conectados da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) são usados para iniciar os ataques DDoS.

Esse tipo de ataque sobrecarrega um sistema recorrendo a um dos protocolos de comunicação padrão que ele usa para enviar numerosas solicitações de conexão por spam ao sistema.

Os criminosos cibernéticos que fazem extorsões cibernéticas podem usar a ameaça de um ataque DDoS para exigir dinheiro. Como alternativa, o DDoS pode ser usado como uma tática de distração enquanto acontece outro tipo de crime cibernético.

Este é o ataque que possivelmente causou a lentidão no sistema e aplicativo do TSE.

A melhor forma de evitar transtornos por ataques é o conhecimento e a prevenção.

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E se uma tecnologia deixasse de existir?

E se uma tecnologia deixar
de existir?

As empresas cada vez mais estão baseadas em tecnologia e suas atividades são fundamentadas em processos que muitas vezes dependem integralmente de sistemas de TI.

A facilidade e rapidez criadas na adoção de um sistema, bem como o controle e disponibilidade das informações, são justificativas mais que pertinentes para uso de um sistema tecnológico em uma empresa, porém, e se essa tecnologia deixar de existir?

Geralmente quando pensamos em uma tecnologia que deixa de existir, pensamos em algo que é substituído por outra tecnologia mais eficiente ou simplesmente algo que deixa de existir por não ter sucesso.

De fato, a maioria dos casos corre neste sentindo, portanto há alguns casos mais complexos, como o exemplo o Flash Player que iremos abordar abaixo, uma vez que ele é muito utilizado em ambientes laboratoriais e hospitalares.

O flash player é um reprodutor de mídia muito popular, talvez o mais popular na internet, criado em 1996. Apesar de ter reconhecimento notório por vídeos e jogos que são executados neste reprodutor, o Flash Player é também a base de muitos sistemas que apresentam informações em navegadores web. Em 2005 a Adobe adquiriu o Flash Player.

Após alguns anos, em meados de 2010, o flash player foi alvo de duras críticas por ser um reprodutor de mídia considerado pesado para dispositivos móveis, um dos motivos por não executar no Iphone inclusive, e principalmente por falta de segurança.

Pensando na segurança da informação realmente nos preocupa quando vemos que em 14 anos, o Flash Player recebeu 292 correções por conta de vulnerabilidades.

Fato é que depois de tanto tempo, em 2017 a Adobe anunciou o fim do flash player, que seria descontinuado em 31/12/2020. E este dia chegou, e mesmo com tanto tempo de aviso prévio muitos sistemas não atualizaram sua tecnologia e simplesmente deixaram de funcionar. O começo de 2021 foi (e está sendo) desafiador para quem utiliza o flash player em seu sistema principal e agora está tentando, a toque de caixa, uma solução que garanta a continuidade de sua operação.

Mesmo que a solução seja encontrada, muitas falhas foram expostas. Desde a falta de planejamento, uma vez que todos foram avisados há 3 anos sobre a descontinuidade da ferramenta, passando pelo desconhecimento de novas tecnologias e o mais preocupante, que são soluções “paliativas”, como manter navegadores desatualizados forçadamente para manter o flash em funcionamento.

Bom, o que este exemplo do Flash Player nos traz de reflexão? As tecnologias não são eternas, muito pelo contrário, com o passar dos tempos elas evoluem e serão substituídas. Cabe a você gestor identificar e acompanhar o mundo tecnológico, buscando sempre manter-se alinhado e atualizado junto ao mercado e principalmente com sua operação em segurança.

Não se engane, a tecnologia nos ajuda e muito, porém não é auto administrada. É preciso pessoas competentes e especializadas para mantê-la.

Precisa organizar seu processo de TI/Gestão da Informação? Fale conosco!

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O CORONAVÍRUS E SUAS NOVAS CEPAS.

O CORONAVÍRUS E SUAS NOVAS CEPAS.

A esperança da retomada após o início das vacinações está sendo postergada porque só se ouve falar das novas variantes do Sars-CoV-2… 

Afinal, o que são variantes?

Fica fácil de pensarmos num livro, numa música que são adaptados em outras versões.

E é exatamente isso. 

Conforme o vírus se replica ele origina filhos (ou versões) com erros, que podem tanto matá-los como torná-los diferentes; como no caso dos livros/música, a essência deles permanece com alguns arranjos distintos.

As variantes estão circulantes em vários lugares do mundo e outras ainda surgirão, pois trata-se de um fenômeno natural.

E isso é ruim? 

Para podermos responder essa questão é necessário o sequenciamento do vírus e o comportamento destas variantes frente às vacinas, seu modo de reprodução, resposta aos tratamentos em estudo até o momento, entre outros quesitos. Para tornar isto viável é necessário investimento em pessoas capacitadas, bioinformática, equipamentos, reagentes e infraestrutura.

Cabe ressaltar que o sequenciamento genético não é um método de diagnóstico (rotina), contudo temos no país, uma rotina da vigilância dos vírus respiratórios, onde uma parte das amostras coletadas é destinada para sequenciamento genético ou diagnóstico diferencial. Estes testes vêm realizados pelos Centros de Referência de Influenza (Laboratórios de Saúde Pública no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz, Instuto Adolfo Lutz e Instuto Evandro Chagas). Porém, outros laboratórios públicos e privados, no Brasil, realizam sequenciamento em suas linhas de pesquisa. 

Até o momento há um impasse sobre a transmissibilidade: são mais transmissíveis por si ou foram mais transmitidas devido ao relaxamento da população na prevenção da infecção (uso de máscaras, lavagem das mãos, evitar aglomeração).

Segundo declaração de 10 de fevereiro de 2021, sobre as vacinas que serão disponibilizadas pelo COVAX, Carissa F. Etienne, diretora da OPAS: “Com base nas evidências que temos agora sobre as ‘variantes de preocupação’, estamos confiantes de que nosso portfólio crescente de vacinas contra a COVID-19 continua sendo útil e nos guiará até o fim desta pandemia.” 

O Minstério da Saúde, em sua NOTA TÉCNICA Nº 59/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS, declara que:         “ No momento, não há evidências científicas para determinar a mudança na infectividade ou patogenicidade dessa cepa variante, seu impacto no diagnóstico laboratorial ou eficácia da vacina, sendo necessárias investigações mais detalhadas.” 

A concordância destas declarações nos traz um alento sob essa perspectiva.

Entretanto, chegamos num ponto crítico onde todos estão ávidos a retomar suas atividades econômicas e sociais, porém, precisamos escolher em rever se abandonamos os hábitos de precaução e retomá-los com força e afinco!

O relaxamento da prevenção e boas práticas pode levar à disseminação de variantes como mencionamos acima e isto poderá agravar a situação da pandemia, uma vez que o mundo não está preparado a desenvolver vacina para toda a população mundial num curto/médio período de tempo, devido às características intrínsecas ao processo de produção das vacinas.

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Uma nova “pandemia” tomou força no Brasil em 2021

Uma nova “pandemia” tomou força no Brasil em 2021

Além da pandemia do novo coronavírus, que nos fez mudar completamente há praticamente um ano, uma nova espécie de pandemia ganhou força desde a virada do ano no Brasil.

Estamos falando de uma pandemia digital, baseada em uma série de vazamentos de dados dos brasileiros.

Não bastasse o megavazamento, comentado no artigo anterior, que divulgou os CPFs de todos os brasileiros, agora um novo vazamento de gigantescas proporções foi descoberto.

A empresa de cibersegurança PSafe, por meio de seu dfndr lab, descobriu que os registros de 102.828.814 de contas de celular, que seriam das operadoras Vivo e Claro, foram vazados na dark web.

Entre os dados vazados, estariam CPF, tempo de duração das ligações, número de celular, dados pessoais, valor da conta, volume de minutos gastos por dia e muito mais.

O cibercriminoso que está vendendo as informações disse à companhia que possui informações de 57,2 milhões de contas telefônicas da Vivo, apesar de o total da empresa ser de 78,5 milhões de contas.

Neste caso, a base vazada conta com informações como nome, número do telefone, RG, data de habilitação, endereço, maior atraso e menor atraso no pagamento, dívidas, valor de faturas e se é pré-pago ou pós-pago.

A Psafe diz que o hacker é estrangeiro, está fora do Brasil, e está vendendo cada registro por US$ 1, mas esse valor seria usado mais como um chamariz. Quem compra milhões de registros, chega a pagar um centavo por unidade. Foi identificado também que a carteira de bitcoin do criminoso está ativa e ele já estaria transacionando esses registros na dark web.

Certamente todos os brasileiros foram afetados de alguma forma com estes megavazamentos, o que reforça ainda mais o tamanho da abrangência desta “pandemia digital”, que coloca em risco nossos dados.

Habitualmente fala-se sobre as proteções que cada indivíduo deve ter sobre seus dados pessoais, criando senhas fortes e com trocas periódicas, não clicando em e-mails e mensagens maliciosas. Entretanto, quando o vazamento dos dados é realizado por uma empresa na qual você não tem nenhum tipo de controle sobre os dados, o que fazer?

Trata-se de uma questão muito delicada, pois uma vez que os dados foram vazados, não há nada que o indivíduo possa fazer para evitar que estes dados circulem pela dark web. Caso a pessoa sinta-se lesada pela situação, a orientação é procurar uma delegacia de polícia e registrar um boletim de ocorrência sobre o vazamento. Neste sentido, a divisão de crimes cibernéticos irá atuar a fim de minimizar os impactos gerados.

Para prevenção a orientação segue a mesma, use senhas robustas que não façam referência a nenhuma data/informação comum, como data de nascimento e nomes de familiares, não clique em e-mails ou links que não tenha solicitado ou que não reconheça a fonte.

Já para você que possui uma empresa (laboratório) que trata de dados pessoais sensíveis de seus clientes, saiba que há uma tendência deste tipo de ataques seguirem e serem cada vez maiores. Portanto, reveja sua política de segurança de informação e aplique o quanto antes o nível de proteção adequado ao seu negócio.

Dúvidas?

Entre em contato conosco,  www.suzimaraesarahyba.com.br

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Todos os CPFs do Brasil são expostos após vazamento de dados

Todos os CPFs do Brasil são expostos após vazamento de dados

O dfndr lab, laboratório de cibersegurança da PSafe, empresa líder segurança da informação na América Latina, identificou que em janeiro de 2021 o CPF de mais de 220 milhões de brasileiros têm sido comercializados ilegalmente em sites da dark web. Entretanto, não foi possível identificar a fonte de onde estes dados vazaram.

O Procon-SP acionou a polícia, através da divisão de crimes cibernéticos, para apuração do caso, uma vez que há indícios que os dados foram vazados da Serasa Experian.

***PARA CONHECIMENTO ***

clique aqui! 

A Serasa Experian, caso seja indicada como a fonte do vazamento, não será punida pela LGPD neste momento, pois as penalidades serão passíveis de aplicação apenas a partir de agosto/21, porém a empresa poderá ser penalizada pelo código de defesa do consumidor e fatalmente terá sua imagem e integridade comprometidas.

De acordo com o site CISO Advisor, o banco de dados vazado reúne nome completo, data de nascimento e CPF de potencialmente quase todos brasileiros, incluindo até mesmo autoridades do país.

A estimativa do IBGE aponta que o Brasil tenha atualmente cerca de 211,8 milhões de habitantes, mas uma auditoria do TCU recentemente constatou que o país tem 12,5 milhões de CPFs ativos a mais do que a população total.

Também foram expostas informações sobre mais de 104 milhões de veículos, contendo número de chassi, placa do veículo, município, cor, marca, modelo, ano de fabricação, cilindradas e até mesmo o tipo de combustível utilizado.

Além dos dados de pessoas físicas, ainda vazaram informações de 40 milhões de empresas, contendo CNPJ, razão social, nome fantasia e data de fundação.

Lendo todos os números acima é possível avaliar em números o tamanho do vazamento, que inclui basicamente todos os brasileiros. Entretanto o mais perigoso é imaginar o que poderá ser realizado com estes dados. O mais comum é que essas informações sejam utilizadas para golpes de phishing.

Uma vez que o cibercriminoso tenha o CPF e outros dados reais da pessoa, seria fácil se passar por um serviço legítimo e utilizar engenharia social para obter dados mais críticos, que poderiam ser utilizados para pedir empréstimos, senha de banco e contratações de serviços, por exemplo.

Vale ressaltar todas as medidas de segurança (colocar aqui um link para artigo com as dicas de segurança) e sobretudo, desconfie sempre que for abordado por e-mail, WhatsApp ou telefone sobre serviços/produtos que não solicitou a contratação.

Se você tem dúvidas sobre LGPD, a Suzimara & Sarahyba pode te auxiliar.