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Tendências para a TI em 2021

Tendências para a TI em 2021

A tecnologia, sem dúvidas, tem como principal função facilitar nosso dia a dia, seja profissional ou pessoal. Todos os dias alguma nova ferramenta tecnológica é lançada e algo inovador surge no mercado.

Mesmo que por vezes o sucesso esperado não seja alcançado em seu lançamento, geralmente novas tecnologias são aprimoradas e fatalmente em algum momento despontam para o grande público.

Por esse motivo, nós, profissionais da tecnologia da informação, precisamos estar sempre atentos as novas tendências de TI, pois, além de nos mantermos atualizados, abrimos os olhos para novas possibilidades.

Após o ano conturbado de 2020, há uma grande esperança que o próximo ano seja de recuperação. Hoje veremos alguns dos assuntos que serão tendência em 2021:

5G

Muito comentada nesse ano, a adoção da rede 5G não teve o desenvolvimento tão expressivo em 2020, porém certamente estará entre os principais tópicos da tecnologia no próximo ano.

A expectativa é que o ano de 2021 seja de adequação da estrutura de rede das empresas e operadoras para termos o primeiro contato com a nova rede no Brasil.

Prometendo inovar ainda mais nossos processos, ajudando as empresas a implementarem arquiteturas de dados escaláveis e em tempo real, impulsionar ação, tomando decisões inteligentes e dinâmicas através de múltiplos fluxos de dados, a tecnologia 5G trará uma nova realidade para as tecnologias atuais.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial já é uma realidade. Há alguns anos, inclusive. Entretanto, geralmente esta tecnologia está ligada a processos mais complexos que demandam maior investimento e equipe extremamente especializada.

A tendência para 2021 é que o seu uso aumente ainda mais, com seu uso simplificado, em diversas áreas da tecnologia da informação. Pequenas, médias e grandes empresas, poderão (e algumas já estão) adotar a IA em muitos processos.

Além dos processos mais comuns onde IA é aplicada, teremos uma maior aplicação na segurança da informação, atuando em dados sensíveis e otimizando a proteção dos ambientes das empresas.

Realidade aumentada (Aumented Reality – AR)

A realidade aumentada, assim como a inteligência artificial, já existe e faz parte do cotidiano de muita gente. Uma das mais famosas demonstrações dessa tecnologia é o código QR, que pode ser escaneado pela câmera do celular e direcionar o usuário para um site, imagem, entre outros.

Contudo, a tendência de TI para 2021 é que esse uso aumente ainda mais. Trago abaixo como exemplo uma aplicação que se tornará “comum” dentro da nossa realidade de pandemia e pós-pandemia do Corona Vírus.

Muitas empresas que entregam, seja como principal produto ou parte de sua experiência, o entretenimento através do contato com determinado objeto poderá utilizar a realidade aumentada como nova forma de interação. Não entendeu? Veja isso: o MC Donald’s da Suécia, que substituiu os balões, que geralmente enche as suas lojas, por um mini game com realidade aumentada. Esta iniciativa tem duas frentes importantes para nossa atual situação, que é evitar o contato de várias pessoas com o mesmo objeto e reduzir o consumo de plástico e lixo.

Além deste existem diversos outros exemplos, inclusive no Brasil, que já utilizam realidade aumentada. Fatalmente em 2021 teremos mais aplicações de AR e ela acabará se tornando uma ótima aliada do marketing para os negócios.

Estes são alguns dos vários assuntos que certamente irão movimentar o mundo de TI em 2021, que estará em plena recuperação e aceleração.

confidenciais, usar o computador para realizar outros atos criminosos ou causar danos aos dados.

Um exemplo famoso de ataque de malware foi o ataque do ransomware WannaCry, um crime cibernético cometido em maio de 2017. Ransomware é um tipo de malware usado para extorquir dinheiro, pois mantém os dados ou o dispositivo da vítima como refém em troca de um resgate. O ransomware WannaCry explorou uma vulnerabilidade em computadores com o Microsoft Windows.

Quando o ataque do WannaCry aconteceu, 230 mil computadores foram afetados em 150 países. Os usuários ficaram sem acesso aos próprios arquivos e receberam uma mensagem exigindo o pagamento de um resgate em bitcoins para terem o acesso de volta. Estima-se que, no mundo todo, o crime cibernético do WannaCry tenha causado US$ 4 bilhões em perdas financeiras.

Phishing

Uma campanha de phishing ocorre quando e-mails de spam ou outras formas de comunicação são enviadas em massa com a intenção de induzir os destinatários a fazer algo que prejudique a segurança deles ou a segurança da organização em que trabalham.

As mensagens de campanhas de phishing podem conter anexos infectados ou links que redirecionam para sites maliciosos. Elas também podem solicitar que o destinatário forneça informações confidenciais.

Um famoso exemplo de golpe de phishing aconteceu em 2018, durante a Copa do Mundo. De acordo com relatórios da Inc, o golpe de phishing na Copa do Mundo envolveu e-mails que foram enviados aos fãs de futebol. Esses e-mails tentavam enganar os fãs com falsas viagens gratuitas para Moscou, sede da Copa do Mundo. As pessoas que abriram e clicaram nos links desses e-mails tiveram seus dados pessoais roubados.

Outro tipo de campanha de phishing é conhecido como “spear-phishing”. Trata-se de campanhas de phishing direcionadas que tentam induzir pessoas específicas a comprometer a segurança da organização em que trabalham.

Ao contrário das campanhas de phishing em massa, que são muito gerais em termos de estilo, no spear-phishing, as mensagens geralmente são criadas para se parecer com mensagens de uma fonte confiável. Elas são feitas, por exemplo, para parecer que vieram diretamente do CEO ou do gerente de TI da empresa. Além disso, elas podem não conter indícios visuais de que são falsas.

Ataques DDoS

Os ataques de negação de serviço distribuído (DDoS, Distributed Denial-of-Service) são um tipo de ataque de crime cibernético que os cibercriminosos usam para paralisar um sistema ou uma rede. Às vezes, dispositivos conectados da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) são usados para iniciar os ataques DDoS.

Esse tipo de ataque sobrecarrega um sistema recorrendo a um dos protocolos de comunicação padrão que ele usa para enviar numerosas solicitações de conexão por spam ao sistema.

Os criminosos cibernéticos que fazem extorsões cibernéticas podem usar a ameaça de um ataque DDoS para exigir dinheiro. Como alternativa, o DDoS pode ser usado como uma tática de distração enquanto acontece outro tipo de crime cibernético.

Este é o ataque que possivelmente causou a lentidão no sistema e aplicativo do TSE.

A melhor forma de evitar transtornos por ataques é o conhecimento e a prevenção.

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E se uma tecnologia deixasse de existir?

E se uma tecnologia deixar
de existir?

As empresas cada vez mais estão baseadas em tecnologia e suas atividades são fundamentadas em processos que muitas vezes dependem integralmente de sistemas de TI.

A facilidade e rapidez criadas na adoção de um sistema, bem como o controle e disponibilidade das informações, são justificativas mais que pertinentes para uso de um sistema tecnológico em uma empresa, porém, e se essa tecnologia deixar de existir?

Geralmente quando pensamos em uma tecnologia que deixa de existir, pensamos em algo que é substituído por outra tecnologia mais eficiente ou simplesmente algo que deixa de existir por não ter sucesso.

De fato, a maioria dos casos corre neste sentindo, portanto há alguns casos mais complexos, como o exemplo o Flash Player que iremos abordar abaixo, uma vez que ele é muito utilizado em ambientes laboratoriais e hospitalares.

O flash player é um reprodutor de mídia muito popular, talvez o mais popular na internet, criado em 1996. Apesar de ter reconhecimento notório por vídeos e jogos que são executados neste reprodutor, o Flash Player é também a base de muitos sistemas que apresentam informações em navegadores web. Em 2005 a Adobe adquiriu o Flash Player.

Após alguns anos, em meados de 2010, o flash player foi alvo de duras críticas por ser um reprodutor de mídia considerado pesado para dispositivos móveis, um dos motivos por não executar no Iphone inclusive, e principalmente por falta de segurança.

Pensando na segurança da informação realmente nos preocupa quando vemos que em 14 anos, o Flash Player recebeu 292 correções por conta de vulnerabilidades.

Fato é que depois de tanto tempo, em 2017 a Adobe anunciou o fim do flash player, que seria descontinuado em 31/12/2020. E este dia chegou, e mesmo com tanto tempo de aviso prévio muitos sistemas não atualizaram sua tecnologia e simplesmente deixaram de funcionar. O começo de 2021 foi (e está sendo) desafiador para quem utiliza o flash player em seu sistema principal e agora está tentando, a toque de caixa, uma solução que garanta a continuidade de sua operação.

Mesmo que a solução seja encontrada, muitas falhas foram expostas. Desde a falta de planejamento, uma vez que todos foram avisados há 3 anos sobre a descontinuidade da ferramenta, passando pelo desconhecimento de novas tecnologias e o mais preocupante, que são soluções “paliativas”, como manter navegadores desatualizados forçadamente para manter o flash em funcionamento.

Bom, o que este exemplo do Flash Player nos traz de reflexão? As tecnologias não são eternas, muito pelo contrário, com o passar dos tempos elas evoluem e serão substituídas. Cabe a você gestor identificar e acompanhar o mundo tecnológico, buscando sempre manter-se alinhado e atualizado junto ao mercado e principalmente com sua operação em segurança.

Não se engane, a tecnologia nos ajuda e muito, porém não é auto administrada. É preciso pessoas competentes e especializadas para mantê-la.

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